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Estamos celebrando o arquétipo da menina e este mês as redes sociais estão cheias de fotos dos usuários quando eram crianças. Eu sempre vejo aquela criança da foto e me pergunto se ela teria orgulho do adulto que se tornou!


A verdade é que, segundo Freud todas nossas neuroses tem origens na infância, eu arriscaria ir mais longe, as nossas qualidades também se originam de lá.


Muitas vezes algo que era visto como defeito, é a maior virtude que você tem, como diz a canção do Oswaldo Montenegro: “Quantos defeitos sanados com o tempo. Eram o melhor que havia em você”


E entre estas reflexões cheguei a conclusão que, afinal nossa criança ainda vive aqui dentro de nós e é possível não só conversar com ela e saber se está orgulhosa, como também curar estas feridas que ela tem e que às vezes dói até hoje.


Então leia até o fim para:


  • Aprender a reencontrar esta criança interior;

  • Fazer as pazes com ela;

  • Curar o que ainda te fere;

  • Dialogar com a sua criança.


Como encontrar nossa criança interior!?

Crescer é bem diferente de amadurecer, o primeiro é inevitável, somamos anos, querendo ou não! Já o amadurecimento acontece, quando somamos experiência, quando assimilamos o conhecimento adquirido.


Mas as vezes é complicado amadurecer sem perder a espontaneidade e alegria da infância.

Passamos por situações onde o amadurecimento é a única forma de sobreviver ao mundo que nos rodeia.


No entanto, mesmo que hoje nós sejamos criaturas sérias e taciturnas, isto não significa que não exista uma criança em nós.


E para reencontrá-la é preciso algumas mudanças em nosso dia a dia, exigir menos da gente, rir um pouco mais da vida, nem sempre é fácil eu sei, por isso vamos fazer alguns exercícios práticos para reencontrar esta nossa menina.


Vamos começar com um exercício que eu sempre faço nos círculos de gineterapia que aprendi no curso, vamos relembrar como nós éramos quando menina!


Pegue uma folha de papel e algo que lembre a sua infância, pode ser sua foto de criança, um brinquedo que você gostava, o que você sentir!


Faça uma linha do tempo com todas as memórias que você recorda é claro, boas e ruins, do dia que você nasceu até a sua menarca.


Lembre de como você era: Corajosa ou amedrontada, feliz ou triste, tímida ou desinibida?


Agora você já avivou a memória de sua menina, dê um abraço nela e convide-a para um lanche!


Diálogo com a criança interior

Neste primeiro exercício você deve ter sentido muitas coisas, boas e ruins, agora é hora de conversar com esta criança, entender esses sentimentos, perceber o que ainda dói, mesmo depois de tanto tempo!


Para este exercício a escrita terapêutica é uma ferramenta excelente. Segundo a Psicóloga Gabriele Ribas, a escrita terapêutica é uma ferramenta para o autoconhecimento, “para se expressar, se compreender, se organizar, planejar, imaginar, criar, experimentar, aliviar, ressignificar e dar novos sentidos para a sua vida, seu momento, sua história. ⁣”

Não precisamos ser escritoras para praticar a escrita terapêutica, precisamos apenas estar aberta para se expressar.


Para conversarmos com esta criança, precisamos de duas folhas de papel, em uma você vai se expressar como a mulher que é hoje, em outra, você vai recordar a menina que você era e irá responder à sua adulta! Se você conseguir, seria legal usar a sua mão dominante para escrever como seu Eu adulto e a mão não dominante para se expressar como seu Eu criança.


A medida que seu Eu criança vai se expressando, seu Eu adulto vai acolhendo, com respeito, proteção e amorosidade, dê respostas a esta menina, mostre a ela que você se importa!


Finalize esta conversa com a frase, agora eu estarei sempre com você!


E quando esta criança surgir em nós?

Este exercício é poderoso e ele te ajudará a perceber quando as sombras que surgiram na infância reaparecem na vida adulta!


Para a Prem Suryani , para identificar estes momentos, “basta perceber em seu corpo se há algum desconforto, sensação de medo, angústia, raiva, vulnerabilidade. Com a prática, você começará a antever situações de risco. A prática também fará com que a criança em nós comece a relaxar, pois se sentirá cada vez mais amparada. Com o tempo, as situações-gatilho ficarão cada vez menos intensas e constantes.”


Conhecer nossas dores é o primeiro passo para a cura! Aumentar a nossa autorresponsabilidade é o que nos amadurece emocionalmente, é o que fará a sua menina se sentir segura e ai ela só aparecerá para te dar a mão quando a adulta balançar, parafraseando Milton Nascimento!


Liberte sua Menina, deixe sua criança interior se soltar de às vezes


Ao curar nossos medos, sobra a alegria da criança, mesmo que a sua infância não tenha sido propriamente feliz, sempre há tempo para rever isso!


Encontre um hobby, ou retome um da sua infância, vá colorir, desenhar, andar de carrinho de rolimã, acampar no quintal, se você não tem filhos, pegue os sobrinhos, o filho de uma amiga e vá ao parque, tomar sorvete de tutti frutti, seja criança sempre que possível, reconhecendo estes momentos, assim você cuida dessa criança interior e ainda leva uma vida adulta mais leve, divertida e feliz!


Thalita Ferreira

@divinaancestral

Escrito em Mabon, lua minguante, Porto, Portugal


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Nessa escrita tentarei compartilhar um pouco das minhas reflexões, questões e descobertas no meu processo continuum de autoconhecimento e junto das mulheres que acompanho em tratamento a respeito de reconhecermos, nutrirmos e germinarmos nossas sementes de vida.



BREVE RESPIRO PARA INICIAR


Antes de começarmos sugiro um momento de inspiração e expiração e de sentir o corpo. Feche os olhos. Inspire e expire lentamente, tranquilizando o batimento cardíaco e gerando a motivação de gentileza e amorosidade consigo mesmo. Sentindo as solas dos pés. A terra.


Um pouco mais relaxada, observe, dentro de si, no seu interior, a existência de possíveis sementes em estado latente para despertar. Onde elas estão? Há sementes? Tentem sentí-las, ouvir suas vozes, e perceber do que elas precisam.


Foi difícil fazer esse exercício?


Conversaremos sobre isso, e outras coisas também que pode nos ajudar a sermos mulheres sementes.



Como primeiro passo, sugiro que você reconheça, naturalmente, como Mulher Sementes. Temos Ovários, fonte física e energética natural de produção de óvulos que podemos potencializar como nossas sementes para serem plantadas na terra, filhos de carne e osso, ou não.


Além dessa conexão Lunar pessoal, momento da nossa Ovulação; há também nosso ciclo natural em sintonia com o Sol: na PRIMAVERA eu desperto as sementes que há para germinar.


E qual é a minha Semente?


No universo de autoconhecimento de despertar do feminino sagrado, há muitas teorias que nos brilham os olhos. Contudo, como cada mulher tem seu percurso único e próprio, nem sempre a teoria bate com a realidade.


Então, antes mesmo de compreender e sentir os movimentos lunares e solares de despertar nosso semente para o mundo externo, precisamos reconhecer o caminho que pode nos levar as nossas sementes.


É imprescindível que as mulheres tenham a firmeza e a certeza de que a dúvida não nos beneficia, mas o questionamento, sim, é um grande e precioso iluminador.


Quem também nos ensina isso é a Deusa Rhiannon


“A dúvida de alguma coisa a consome? Você fica paralisada sem saber o que fazer ou que caminho tomar diante de uma dúvida? Ou sempre duvida de você mesma e da sua capacidade em realizar algo? Rhiannon entra em sua vida para que você não adie, não fique procrastinando mais diante da dúvida. Não negue a decisão que precisa ser tomada, ao contrário, questione! Um modo de você enfrentar a dúvida é confiar nos seus instintos, que poderão lhe dar sinais confiáveis! A maioria de nós se concentra na mente, na cabeça, quando precisa tomar uma atitude ou seguir um caminho. Quando a mente dá voltas com muitas possibilidades, cenas desagradáveis, insegurança e medo. PARE! Ela já está te traindo. Respire, relaxe, dê um tempo, uns dias, ou algumas horas e procure não pensar mais sobre o assunto. Depois deste período, volte-se para o seu corpo e sinta-o em profundidade. O corpo é o local sagrado. Faça agora perguntas à ele.”





Na mitologia celta do País de Gales, a Deusa Rhiannon é a grande rainha associada com a soberania, com os cavalos e os encantamentos, assim como a fertilidade e as aves. Um dos mitos mais conhecidos de Rhiannon é de quando ela usou magia para ficar livre do pretendente com quem ela não queria se casar.


Percebam como esse mito pode nos ensinar algo: soberania para decidir.


Muitas vezes, me deparei na vida e me deparo diante de mulheres que acompanho em tratamento, o grande questionamento: Qual é minha missão? Qual é o sentido da vida? Qual o sentido que busco para a minha vida?


Essas são questões muito pertinentes e importantes e ocupam nossa mente. Às vezes, ocupam tanto que esquecemos de parar e sentir. E aí temos um problema. Nos perdemos do que nos é mais precioso: a voz do nosso coração. Nos perdemos dentro dos movimentos da mente e do ego.


Despertar para a sua semente, é despertar para a vida, e despertar para a vida demanda discernimento, porque não podemos seguir nosso Ego.




Para nutrir novas sementes - contorne o Ego


O caminho do nutrir, despertar e germinar não passa pelo Ego. É imprescindível selecionar, ter discernimento, mas não egóico, pois esse engana, inveja, nos trai. É importante saber o que nos serve como nutrição para então conseguirmos crescer e expandir saindo do estado latente de planta, de flor, de fruto.





A grande mestra Jetsunma Tenzin Palmo belamente nos ensina:


“ O que chamamos de ego na linguagem budista é aquela noçãozinha estreita de solidez no centro de nosso ser que é o “eu” e que, portanto, torna todo o resto “não eu”. Todos nós fazemos isso o tempo todo. Eu penso, eu sinto, essas são as minhas memórias etc. Essa consciência estreita, fechada, sólida está sempre identificada com o passado.


Estamos sempre identificados com nossas respostas habituais - o modo como sempre fizemos as coisas, esse sou eu, eu sempre gostei disso, não gosto daquilo, quero isso, não quero aquilo etc. É muito rançoso. Isso significa que, quando deparamos com qualquer coisa nova, é difícil ter uma resposta natural e aberta.


Por isso a vida fica tão chata para as pessoas. A vida, na verdade, é fascinante, mas nos chateamos porque nossa mente fica muito condicionada e, portanto, rançosa. Estamos tentando enxergar através do condicionamento.“



Veja que interessante essa visão. Se seguirmos pelo fluxo indicado pelo Ego, alimentamos o rançoso, e perdemos a qualidade mágica do novo e da abertura, perdemos a grande chance de nutrir nossa semente.



Tenzin Palmo continua e nos banha com sabedoria a respeito dos pensamentos condicionados, que nos impede de acessar uma imensa fonte de energia que flui e nutri.


“ Quando começamos a examinar nossos pensamentos, percebemos o quanto a mente é completamente tediosa. Os mesmos pensamentos constantemente dá uma sensação de segurança, de que, de algum modo, somos uma unidade - algo único. Esse é o meu pequeno conjunto de reações condicionadas. Mas isso nos cega completamente para o que de fato está acontecendo no momento. Esse é o problema. Todas as religiões tentam ir além desse pequeno ego, desse pequeno “eu” e obter acesso a um nível de ser mais elevado.


Nesse estado temos acesso a uma enorme fonte de energia que flui, pois não estamos presos em todo o atrito de nosso pensamento condicionado, natureza da mente (...) voltamos à fundação de nosso ser. Claro que podemos manter nosso ego. mas agora sabemos que é apenas um jogo.”



É justamente a partir desse caminho livre do pensamento condicionado que proporcionamos o encontro com nossas sementes e finalmente teremos energia para nutrí-la enquanto poderosa planta, que virará flor e dará frutos para nutrir nossa mãe terra proporcionando amor e alimento para todos os seres.


A busca de nossa semente está no voltarmos à fundação de nosso ser de onde tudo nasce e brota, naturalmente.


Boa jornada!


Gratidão pela oportunidade de compartilhar essa escrita.


Beatriz Brusantin

@tresraizes

Na Lua Minguante, em Ostara, cidade de Belo Horizonte (MG).


Referências para a escrita do texto:


PALMO, Jetsunma Tenzin. Reflexos em um lago na montanha. Ensinamentos práticos de budismo. Rio de Janeiro: Lúcida Letra, 2018.


SILVA, Zilda H. S. O Oráculo da Deusa. Um novo método de Adivinhação. São Paulo: Pensamento, 2007.


Sites:


http://caminhopagao.com.br/rhiannon-a-grande-rainha/

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Do que você tem mais saudades da sua infância?


Eu tenho saudades de ir para casa da minha avó no domingo.

Saudades do clube no fim de semana.

E tenho saudades de pular amarelinha no recreio da escola.

Mas o que eu sinto mais falta é da sensação de não me preocupar com o futuro.


Ao sintonizarmos com o aspecto da menina, nós nos conectamos com a nossa infância e uma característica presente na maior parte das crianças é justamente viver no presente.

Com esta correria que vivemos hoje, muitas vezes, estamos pensando no que vamos fazer a seguir e outras vezes estamos relembrando algum fato que já se passou. Nosso cérebro não pára um segundo.


Mas, com a meditação, é possível a gente voltar a ter esta sensação de menina e viver no agora.


A meditação de atenção plena, nos conecta com o agora, com o presente, além de ser uma ferramenta para treinar nossa mente para ficarmos mais conscientes do que se passa internamente, dos nossos pensamentos e emoções. Saímos do piloto automático, viver no automático é coisa que só adulto faz.


A meditação é uma maneira de desacelerar e ver como nossas mentes funcionam, trazer a curiosidade da menina para desvendar os nossos segredos, as nossas sombras, as nossas dores, começamos a enxergar o que é “seu” e o que é projeção dos outros em você e aos poucos nós começamos a passar pelo processo de cura.


Mas porque meditar?


O objetivo da meditação é deixar a mente livre, lúcida e equilibrada, quando não meditamos com frequência, ficamos confusas, agitadas, ansiosas e agimos no automático.

Há quem acredite que meditar é fugir da realidade, mas é o oposto, meditar te faz enxergar a realidade, enxergamos com mais clareza e cultivamos o equilíbrio.


E o que é atenção plena?


A atenção plena é você conseguir dar atenção contínua a um objeto escolhido, sem se distrair. Lembrar o que se está fazendo, no presente. E vai além de uma simples prática de meditação, por exemplo:

O que você faz com sua mente quando você está lavando a louça? Ou dirigindo para um lugar que você vai todos os dias? Estas duas atividades são tão cotidianas que nós a fazemos no automático.

Normalmente a gente não foca nossa atenção à louça que está sendo lavada, a gente divaga, a mente vai longe, pensamos em tudo, menos nos pratos que estamos enxaguando.


A qualidade de focarmos no que estamos fazendo no momento é muito importante, afinal é tudo o que temos.


Então, nós precisamos lavar a louça focadas na louça, dirigir focadas no caminho que estamos fazendo, comer e saborear cada mordida, assim você começa a limpar sua mente. Você pode fazer isto em todos os momentos do seu dia. Comece a prestar atenção no que você faz, na hora que você faz, ao invés de pensar em 200 coisas enquanto realiza suas atividades no automático.


Lembra quando você era criança e sentava para brincar? Então você estava focada na brincadeira, não no que você faria a seguir, é possível resgatar isto!


Outros benefícios da meditação:

  • Torna o pensamento mais positivo

Ao focar no presente você enxerga com mais clareza seus desafios

  • Reforça a capacidade de memória

Já aconteceu de você sair de casa e precisar voltar para trás para conferir se trancou a porta? Ou esqueceu onde deixou algo? pois é isto acontece porque você age no automático e seu cérebro não registra esta informação

  • Reduz o stress e a ansiedade

Novamente o foco no presente nos ajuda a não ficar preocupadas em excesso com o futuro ou com as nossas atividades durante o dia.

  • Aumenta a ponderação

Ao ter a mente limpa, você enxergará melhor os seus desafios e poderá tomar decisões melhores

  • Fortalece as relações

Você se conhecerá melhor e por consequência, entenderá melhor as pessoas próximas a você, além de comunicar melhor as suas emoções.


Se você se convenceu que ter a mente no presente como as crianças é benéfico para você, vou deixar algumas dicas para você começar a praticar a atenção plena e a meditar diariamente.




Como praticar a atenção plena


1- Escolha uma atividade que você faça diariamente para praticar a atenção plena:


Eu imagino que você tenha gostado de tudo que eu te contei sobre a atenção plena, mas calma, você não conseguirá colocar em prática tudo de uma vez. Então escolha uma atividade do seu dia, pode ser escovar os dentes, tomar banho, lavar a louça, uma que você faça todos os dias e pratique a atenção plena.


Voltando ao exemplo da louça, ligue a torneira e sinta a temperatura da água, ensaboe os pratos e observe o que você está fazendo, sinta o cheiro do sabão, a textura da esponja, fique no presente, seu cérebro vai tentar esquecer aquilo e voltar ao hábito de pensar 30 coisas de uma vez, mas você vai respirar fundo e voltar a se concentrar, sem culpa, você está aprendendo, nós não ficamos bravas com uma criança que está aprendendo, traga esta mesma amorosidade para este momento.


Só quando você sentir que consegue lavar a vasilha sem seu cérebro fugir tanto é que você incorpora outras atividades do seu dia a dia nestas práticas.


No início eu pensei assim, “nossa isso vai fazer com que as coisas demorem mais” mas eu percebi que é o oposto, elas duram o mesmo tanto, ou por vezes se tornam mais curtas, o que acontece realmente é que eu estou focada no que estou fazendo e consigo controlar melhor meu tempo e evito o stress desnecessários.


2- Medite diariamente

Meditar deve ser um hábito diário, como escovar os dentes.

E ao contrário do que muitas imaginam, não precisamos de dedicar muito tempo nesta atividade e eu costumo citar sempre o provérbio zen:

"Se você não tem tempo para meditar 10 minutos por dia, você deveria meditar por 1 hora."


Então siga estas dicas e comece com meditações de 3 min, depois vá aumentando o tempo até conseguir uma pŕatica que lhe traga todos os benefícios da atenção plena:


  • Procure um lugar silencioso


  • Sente-se com a coluna ereta, pernas cruzadas e mãos nas coxas, caso se sentar no chão seja difícil para você, sente em uma cadeira com as plantas dos pés no chão, a coluna também ereta e as mãos nas coxas sempre que possível.


  • Feche os olhos


  • Respire fundo algumas vezes, 5 ou 6 vezes é o ideal, em cada respiração, vá relaxando os músculos, relaxando o rosto, a testa, soltando a mandíbula, você precisa estar relaxada e ao mesmo tempo firme.


  • Volte a respirar novamente e se concentre na sua respiração, observe os movimentos que seu corpo faz ao inspirar e ao expirar, se a temperatura do ar que sai é diferente do ar que entra, se seu abdômen se mexe, se as narinas se movem, tudo relacionado à respiração você pode focar. Seu cérebro irá tentar você do foco e está tudo bem, você retorna sua atenção para respiração, sem culpa e com amorosidade.


  • Use o timer do celular ou um outro para marcar seu tempo de meditação, use um som suave para lhe avisar o tempo, um sino baixo ou algum som da natureza, há alguns apps que fazem isto também e registram seus progressos, pode ser uma boa alternativa para você.


Que você consiga resgatar sua mente de menina, focada no agora, mas curiosa e interessada e com força para crescer, plena e feliz.


Thalita Ferreira

@divinaancestral

Escrito em Mabon, lua crescente, Porto, Portugal


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